Com o virtualenv, nós temos um ambiente isolado para cada projeto. E com isso, podemos ter diversas versões diferentes, seja do Python ou do pacote (e.g. Flask). E você precisa instalar o virtualenv apenas para uma versão do Python, já que pode especificar qual versão o seu projeto (ambiente virtual) utilizará. =]
Ele facilita bastante tanto a criação quando o acesso ao seu projeto:
- Ao criar o projeto ele já ativa o seu ambiente virtual;
- A função workon facilita bastante para acessar o seu "venv" de qualquer diretório
- Tudo isso sem causar insônia; =]
-
Slackware
- [Opcional] instale o sbotools (outro rascunho);
- [Opcional]
# sboinstall [python3] pip(entre "[]" == opcional) pip install virtualenvwrapper
-
Debian ou debian-like (e.g. ubuntu, linux mint)
$ sudo apt-get install python-pip $ sudo pip install virtualenvwrapper
Edite o .bashrc (/home/<usuário>/.bashrc) para carregar as variáveis necessárias:
-
WORKON_HOME Esse é o diretório onde ficarão os ambientes virtuais (sim, eles não ficam dentro do seu repositório; cada um na sua. =])
-
PROJECT_HOME Diretório onde ficarão os projetos (e.g. repositórios git)
-
carregar o virtualenvwrapper.sh
source /usr/bin/virtualenvwrapper.sh
Dentro do meu .bashrc:
export PROJECT_HOME=~/Devel
export WORKON_HOME=~/Envs
source /usr/bin/virtualenvwrapper.sh
Obs.: Não esqueça de "atualizar" o shell (source ~/.bashrc) ou abrir um outro terminal. =]
Agora basta criar os seus projetos:
Criando um projeto com Python 2.7
$ mkproject -p `which python2.7` <nome do projeto>
Criando um projeto com Python3
$ mkproject -p `which python3` <nome do projeto>
Ativando o venv (virtual env.)
$ workon <nome do projeto>
Apagando o ambiente virtual
$ rmvirtualenv <nome_do_venv>
Saindo do ambiente virtual
$ deactivate
Documentação virtualenv
Documentação virtualenvwrapper
"Guia do mochileiro Python"
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